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Marcas Espirituais de Uma Igreja Saudável - Terceira Marca: “A Centralidade da Pregação do Evangelho de Forma Bíblica e Ética” Parte I

“Marcas Espirituais de Uma Igreja Saudável”

Terceira Marca:  

“A Centralidade da Pregação do Evangelho de Forma Bíblica e Ética”

Parte I

Atos 1.1

“Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar”

 

INTRODUÇÃO:

     Registro aqui, algo que deveria ter abordado já no primeiro estudo desta série: O que é Marca?

a) Quando pensamos em marcas pensamos em sinal distintivo, um sinal perceptível que distingue e identifica algo.

     Possuir uma marca é importante e fundamental para que a igreja consiga ser o farol que Deus quer que ela seja num mundo de trevas, e luz que conduza as pessoas para o caminho de vida eterna.

b) A marca da igreja de Jesus: a Cruz. Esta marca deve identificar a igreja comprometida com a pregação do evangelho. Em uma declaração contundente, Paulo escreveu: “Desde agora ninguém me moleste; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus (Gal. 6.17).

     Quando Lucas começa o livro de Atos, ele indica, enfaticamente, que a proposta divina é esta para a Igreja de Deus. Ele diz: “Escrevi o primeiro livro, ó Teófilo, falando a respeito das coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar” (Atos 1.1). Nesse texto está a Marca Espiritual de uma Igreja Saudável, pois, está declarado que a igreja tinha uma baliza para se conduzir: “o que Jesus fez e o que Jesus ensinou.”

“A Centralidade da Pregação do Evangelho de Forma Bíblica e Ética”

I – Identifica a direção que a igreja deve seguir

Atos 1.1

“Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar”

     . Uma declaração da missão e o propósito de uma Igreja Saudável: “continuar a obra que Jesus começou a fazer e a ensinar”.

     O pastor e Dr. Elias Dantas, sobre esse texto, afirma: “Todo o resto do livro de Atos, e todas as demais escrituras do N.T., apontam para esse fim. Nós, a Igreja de Cristo somos o povo missionário de Deus.

     Nosso propósito é o de continuar o que Jesus começou a fazer. É discipular, discipular começa com o anúncio do evangelho de Jesus.

     A igreja em Jerusalém, identificada em Atos, é um modelo de obediência. Antes do Pentecostes a igreja havia se reunido e Atos 1.15 registra que eram 120 pessoas.

E naqueles dias, levantando-se Pedro no meio dos discípulos (ora a multidão junta era de quase cento e vinte pessoas).

Estavam reunidos, em obediência a Jesus, em Jerusalém

(Atos 1.4).

E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes.

     Chega o Pentecostes, e nesse glorioso e profético dia, Pedro começa a ensinar o que Jesus começou. Ao terminar a pregação, três mil pessoas se convertem: a igreja pula de 120 para 3.120 membros.

     Chegamos ao capítulo 4. 1-4 e encontramos a informação de que, após a apaixonada pregação de Pedro, que resultou em sua prisão, quase 5 mil pessoas aceitaram Jesus Cristo como Senhor de suas vidas. A igreja pulou para 8.120 membros. É a última vez na qual são ressaltados números de convertidos.

1 E, estando eles falando ao povo, sobrevieram os sacerdotes, e o capitão do templo, e os saduceus,

2 Doendo-se muito de que ensinassem o povo, e anunciassem em Jesus a ressurreição dentre os mortos.

3 E lançaram mão deles, e os encerraram na prisão até ao dia seguinte, pois já era tarde.

4 Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil.

     Um ponto relevante que necessitamos distinguir. Essas conversões não foram conversões ao Cristianismo, mas foram conversões a Cristo. As vezes encontramos pessoas que até contribuem com as obras de uma igreja evangélica, tem simpatia pelo que a igreja faz, realiza pelas pessoas, gostam dos princípios do Cristianismo, mas não assumem compromisso com os mandamentos de Jesus e consequentemente com o próprio Jesus. Isso requer renúncia, requer mudança de vida, de valores. Para isso ocorrer, é necessário entregar totalmente a vida a Cristo. Só Deus dá o novo nascimento.

 

“A Centralidade da Pregação do Evangelho de Forma Bíblica e Ética”

II – Reside na determinação da pregação em qualquer circunstância

Atos 8.4

“Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte anunciando a Palavra.”

     . A igreja em Jerusalém estava gozando da maravilhosa manifestação do derramamento do Espírito Santo. Muitas vidas estavam se entregando a Cristo. Entretanto havia uma ordem registrada em Atos 1.8, que a igreja não atendeu.

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra.” 

     Diante disso, surge uma perseguição sobre a igreja.

(Atos 8.1).

“E também Saulo consentiu na morte dele. E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e de Samaria, exceto os apóstolos.”

     Agora, dispersos, iam por toda parte pregando o evangelho.

     Nessa altura de Atos, os estudiosos chegam ao número de 20 mil convertidos. Vinte mil pregando a Palavra por onde iam. A igreja dispersa tornou-se a igreja discipuladora. Apesar de circunstâncias adversas oriundas pela perseguição.

 

“A Centralidade da Pregação do Evangelho de Forma Bíblica e Ética”

III – Tem sua origem na vida de cada crente.

     Devemos manter o foco em Atos 1.8

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra.” 

     . O crente tem poder do alto, poder concedido pelo Senhor, na pessoa do Espírito Santo, para vencer as adversidades.

     Como Batistas, somos acusados aqui, ali, de não crermos no Espírito Santo. Entretanto a obra realizada pelos crentes batistas, não tem recuado ao longo dos séculos, desde que foi iniciada. Sofremos, mas continuamos avançando, continuamos pregando de forma Bíblica e Ética a mensagem de Cristo. A mensagem de arrependimento, iniciada por João Batista, enfatizada por Jesus Cristo, reafirmada por Pedro e continuada por Paulo e abraçada de forma inarredável pelos crentes batistas de todos os tempos. Sem arrependimento não há transformação, não há mudança de vida.

     

“A Centralidade da Pregação do Evangelho de Forma Bíblica e Ética”

IV – Está estabelecida na Instituição da Grande Comissão

Mateus 28. 18-20

18 E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.

19 Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

20 Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.

     É para todas as gerações. Compete a cada crente, transmitir os ensinos de Jesus, a começar na sua própria casa.

     Devemos lembrar que o foco da grande comissão é Cristo, e seus valores. Para isso, o nosso foco simultâneo é ganhar almas para Jesus e fazer discípulos.

     Em segundo lugar, devemos guardar em nossos corações que, acima de pregar, de falar de Jesus, ela nos convoca para um novo modo de vida.

     Um autor afirmou sobre esse estilo de vida: “O mais importante em tudo é manter o mais importante com o mais importante.”

     Esse pensamento é um alerta para todos nós que seguimos a Cristo, porque temos a tendência de nos especializarmos nas coisas menores e esquecermos as maiores.

     Afirma o pastor e escritor Elias Dantas: “O cerne da grande comissão é desenvolver em nós um modo de vida evangelístico. Ela não foi dada, primeiramente, apenas como meras palavras para serem ouvidas, mas como um código de conduta para ser vivido e obedecido. Esse código de conduta inclui: ir, fazer discípulos, batizá-los, ensiná-los a guardar tudo o que Jesus ordenou.

 

CONCLUSÃO:

 

“A Centralidade da Pregação do Evangelho de Forma Bíblica e Ética”

     Prossigamos na direção de Atos 1.1    

“Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar”

 

Pr. João Roberto Raymundo