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As Vestes da União Conjugal

“As Vestes da União Conjugal”

 

Col. 3.12-14

“Então, como santos e amados eleitos de Deus, revesti-vos de um coração cheio de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência, suportando e perdoando uns aos outros; se alguém tiver alguma queixa contra o outro, assim como o Senhor vos perdoou, também fazei. E, acima de tudo, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição.”

 

INTRODUÇÃO:

     Muitos casamentos, muitas famílias estão usando roupas que provocam o desinteresse no relacionamento conjugal, provocam o esfriamento e até a quebra da comunhão.

     O livro Doenças da Família Moderna chama de Desnutrição Afetiva. As roupas usadas faz com que, de forma lenta mas contínua, os membros da família, comecem a se afastar um dos outros, a começar pelo casal.

     Essa desnutrição continuada leva a perda da capacidade de comunicar afeto.

     Há uma história que aconteceu com um rei que identifica essa situação ou desnutrição.

     Ele queria saber qual era a influência do cuidado e do afeto no desenvolvimento das crianças.

     Chamou os sábios de seu reino e pediu que fizessem uma experiência.

     Eles preparariam um lugar para crianças abandonadas e nele os pequenos deveriam ser tratados com todo carinho, todo afeto, e acalentados no colo.

     Num outro, as crianças deveriam ser tratadas apenas com aquilo que era necessário para a vida, mas sem nenhum toque, sem nenhuma expressão de carinho.

     Depois de algum tempo, todas as crianças que estavam naquele orfanato sem afeto vieram a morrer.

     Mas elas tinham o mesmo tipo de comida que as outras, os mesmos alojamentos, era tudo igual, menos o cuidado. A pergunta do rei aos seus sábios foi: o que aconteceu com essas crianças?

     A resposta foi que elas morreram de desnutrição afetiva.

     Há muitas famílias morrendo por Desnutrição Afetiva.

     O texto de Colossenses 3.12-14, fala de algumas vestes especiais necessárias para serem vestidas na família, para que a afetividade seja alimentada.

     São vestes preparadas por um costureiro Divino, Celestial. O próprio Deus. O mesmo que vestiu Adão e Eva no Paraíso.

     Ele terá muito trabalho, mas esse trabalho Ele realiza com muito prazer.

     Agora, os tecidos para essas vestes, terão de ser providenciados por cada casal, cada família. Pr. Dr. Artur Gonçalves informa que são necessárias 7 tipos de roupas diferentes, ou 7 tecidos.

 

“As Vestes da União Conjugal”

 

I – A Compaixão

     . Ter um coração para o outro

     . Como se trata os pontos fracos e fortes do outro

     . Visão de Misericórdia

. É uma roupa interior

. Precisa ser alimentada

. É um exercício diário

Um autor afirmou:

     “A compaixão é uma marca do homem que é grato a Deus.”

 

“As Vestes da União Conjugal”

 

II – A Benignidade = Bondade

     É uma veste que está em desuso, que está em falta em muitos casamentos. Nesses casamentos precisa ser restabelecida.

Afirmou um pregador

     “Nunca compare a sua bondade com a bondade de outros homens, mas com a de Jesus Cristo.”

     . A bondade de Jesus nos conduz a um caminho espiritual. Cada um abrindo mão dos seus direitos.

Fil. 2.6,7,8: Como Jesus, “... sendo em forma de Deus, ...a si mesmo se esvaziou, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens... e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte.”

     . Cada cônjuge, cada membro da família, cada um alimentando o desejo de abençoar o outro, e de fazer o outro feliz.

     . De proporcionar a Segurança do outro.

O escritor Jules Carretie escreveu:

     “O espírito sem bondade é como a abelha sem mel, apenas sabe ferir e nada produz.”

 

“As Vestes da União Conjugal”

 

III – A Humildade

     . Um campo no qual há luta pelo Poder, a união do casal, da família, fica desestabilizada.

     . A humildade não significa uma submissão abjeta, cega a vontade e aos desejos do outro.

     . A humildade reconhece que cada um tem sua vontade, desejos e planos.

     . Alguém já comparou a humildade as espigas de milho. As vazias se erguem arrogantemente aos céus. As cheias abaixam-se, humildes, para a terra materna.

 

“As Vestes da União Conjugal”

 

IV – A Mansidão = Delicadeza

     Aristóteles assim definiu mansidão:

“É o meio termo entre a ira sem controle e a falta de ira.”

     . A luz da Palavra de Deus:

     . É a pessoa controlada pelo Espírito Santo

     . É a pessoa, dirigida tão somente por Deus.

. As suas ações, as suas decisões, os seus conceitos, os seus valores, são submetidos, estão debaixo da direção de Deus.

     . Mansidão, você se veste dela

     . O outro pode se desvestir da armadura da auto-defesa. Uma roupa que precisa ser abandonada, descartada, deletada, é sempre se manter na retaguarda, na auto-defesa.

     

“As Vestes da União Conjugal”

 

V – A longanimidade = paciência

     Ex.: Ver TV, ler jornal, passar 2,3,4 horas na internet.  Exercita a paciência do outro.

     . Paciência requer amor

     . Paciência é o Espírito de viver e deixar viver.

     . É não querer controlar o outro.

     . Exige amor

Essa veste da União Conjugal é o caminho mais seguro de fazer a vontade de Deus.

Provérbio chinês: “Com paciência, as folhas da amoreira se tornam vestido de veludo.”

 

“As Vestes da União Conjugal”

 

VI – Suportando-vos e perdoando-vos

     Ruth Graham: “Os dois são perdoadores. Quem perdoa se liberta e liberta o outro.”.

     É como se o Senhor lhe perdoasse:

Khalil Gibran: “O sândalo nos ensina a perdoar. Perfuma a quem o fere.”.

“As Vestes da União Conjugal”

 

VII – Revesti-vos de Amor

     . Sem amor, é inverno e frio

     . Amor é o casaco que aquece

     . O amor tem duas características essenciais:

1ª – Compromisso

             Traz Segurança

2ª – Cuidado

            . Amor é o fim do rude e insensível individualismo.

            . É o fio espiritual por excelência.

            . O amor contraria as tendências naturais.

            . O amor mantém todos juntos

     É esse amor, mais essas roupas, esses vestidos que solidificam a União Conjugal.

     O amor cria as condições ideais para o casal continuar crescendo, junto com os filhos.

AVinet: “Nós crescemos na proporção que amamos...”

 

CONCLUSÃO:

     Queridas famílias, amados casais, usem essas vestes na família que vocês constituíram.

     Usem o que tiver de melhor em suas vidas, para manterem essas vestes sempre novas, pois esse é o desejo do Senhor nosso Deus para família. Se o amor já não é o mesmo, peça ao Senhor, Ele tem um estoque inesgotável e fornece de graça. Basta orar pedindo.

 

Pr. João Roberto Raymundo