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A Prática da Adoração

“A Prática da Adoração”

E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Atos 2. 42

         Deus mandou que seu povo, sob a Antiga Aliança, cumprisse ao pé da letra todas as suas instruções a respeito da Adoração, afirma o Dr. Russell Shed, em seu livro sob a Adoração Bíblica. Deus advertiu Moisés sobre a construção no tabernáculo. Tinha que ser “segundo a tudo o quanto mostrar para modelo de todos os móveis, assim mesmo o fareis” (Êx. 25. 9).

          Após a leitura do Antigo Testamento, estranhamente não há regras específicas e explícitas para nos informar que tipo de culto Deus quer, afirma ainda o Dr. Shedd. Entretanto os escritos apostólicos afirmam que após o derramamento do Espírito Santo no dia de Pentencostes, a Igreja em Jerusalém “perseverava na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At. 2. 42). Esse verso proporciona a visão em esboço dos elementos do culto primitivo. A Doutrina dos Apóstolos abre a liturgia do culto no Antigo Testamento, pois Adoração e Doutrina apoiam-se mutuamente porque um culto oferecido “na ignorância evapora” (Jo. 4. 23; Atos 17.23) e carece de substância e de verdade. Os elementos da doutrina imperam em todas as manifestações de culto. Em segundo lugar, a comunhão. O estudo da Palavra de Deus tem que necessariamente conduzir o crente na direção da comunhão e obediência. A igreja primitiva perseverava na comunhão. A alegria e entusiasmo tomavam conta dos recém-batizados no Espírito. “Tomavam suas refeições com alegria e singeleza de coração (Atos 2. 46). Essa marca espiritual da igreja indica que, barreiras que separavam os irmãos desapareciam.

          Agora, sob a Nova Aliança, a Primeira Igreja em Jerusalém acrescentava ao aprendizado e à comunhão o terceiro elemento: “o partir do pão” (Atos 2. 42). Jesus já havia estabelecido esse elemento em sua missão aqui na terra quando ao ver a multidão faminta ordena aos discípulos: “dai-lhe vós de comer”. Mesmo após a sua ressurreição, Jesus tomou o pão e o deu aos discípulos, seguido pelo peixe (João 21. 3). Afirma ainda o Dr. Shedd que, “a presença do Senhor na reunião da igreja para “partir o pão” unia o passado histórico, o presente espiritual e o futuro escatológico”. Por último, Lucas destaca na Adoração mais antiga é a oração. O judeu do primeiro século dificilmente podia imaginar um culto sem orações, posto isso, era natural que os primeiros cristãos continuassem essa prática, agora sob a ótica de Jesus.

          Que esses quatro pontos possam estar fazendo parte da vida de cada crente no Senhor Jesus Cristo como A Verdadeira Prática da Adoração. Amém.

 

No Amor e na Graça de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

Pr. João Roberto Raymundo