Atividades Regulares

 Domingo

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 Terça-feira

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Que Darei ao Senhor?

“Que Darei ao Senhor?”

Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?

Salmo 116.12

     O Salmista faz uma retrospectiva sobre sua vida: identifica os benefícios derramados por Deus em sua vida e é levado a fazer uma declaração de gratidão pessoal pelo livramento da morte (v 1-11) e uma reflexão acerca de ações de graças. “Amo o Senhor, porque ele ouve... minhas súplicas... laços de morte me cercaram... angústias... tribulação e tristeza.”. Essas palavras evidenciam a profunda gratidão do salmista. Com esse quadro diante de si, ele faz uma pergunta: “Que Darei ao Senhor?” (v. 12).

     A mesma pergunta angustiante do salmista, ao constatar as maravilhas realizadas pelo Senhor na sua vida, é a nossa. Devemos, a cada manhã, manifestar nossa gratidão a Deus, e fazer a mesma pergunta: “Que Darei ao Senhor?”. Não devemos reduzir a profundidade e nem a extensão dessa dívida que temos com o Senhor. Se pensarmos em termos de contribuição financeira, de sermos fiéis nos dízimos, estaremos considerando uma pequena parte da nossa parcela de participação na expansão do Reino de Deus aqui na terra.

     A expressão do salmista nos sugere algo grandioso, exuberante. É o pensamento natural e espontâneo de quem experimenta os benefícios divinos. No contexto, o próprio salmista responde enumerando quatro decisões, que evidenciam uma vida de gratidão: em primeiro lugar, tomar o cálice da salvação. É a interpretação da manifestação da graça de Deus no Novo Testamento; é levantar a bandeira da mensagem redentora de Jesus Cristo. Em segundo lugar, em todos os momentos e circunstâncias, assume o compromisso de invocar o nome do Senhor. Nada tomaria o lugar de Deus em sua vida, ninguém teria maior valor em sua vida, do que o Pai Celestial. Em terceiro lugar, cumprir com o que assumiu e falar da sua gratidão eterna.

     Por último, fazer tudo isso na presença de todos, em todos os lugares. Não seria uma figura anônima. Todos devem saber da sua missão, todos devem saber da origem dos benefícios que foram alcançados, da sua fé, da sua confiança. O salmista estava colocando um ponto final na sua ingratidão a Deus.

     Essa deve ser a nossa posição diante dos benefícios a cada um de nós proporcionados. É necessário reconhecer e dar um ponto final na ingratidão e colocar a própria vida nas mãos de Deus, porque Ele quer tudo de nós, porque Ele quer a nossa própria vida. “Que Darei ao Senhor?”. Dê sua vida, e o Senhor dará vida à sua vida. Amém.  

 

No Amor e na Graça de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

Pr. João Roberto Raymundo